15 Comments
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Tina Vieira's avatar

a torre é destruição, mas também acena com a possibilidade de se começar algo novo, recomeçar a partir dos escombros. pensando bem, a vida é isso.

Surina Mariana's avatar

Estou amando estas interpretações da Torre... Obrigada ❤️

Mariana Lopes Vieira's avatar

A carta da Torre me faz pensar em um trecho do Machado de Assis: " é melhor cair das nuvens do que do terceiro andar".

Torcendo para que Sushi possa encontrar seu lugar !

Surina Mariana's avatar

Amo seu olhar sobre o tarot; socorro, sua linda!

Kadidja Lucena's avatar

Se nem o chiru tá resolvendo é porque é grave mesmo... Eu tenho uma relação de amor e ódio com a carta da torre, ela é o credo que delícia do meu tarot, porque cair é ruim, mas ficar presa na torre das ilusões também é, né? Vou tentar participar do encontro sábado, um beijo!

Surina Mariana's avatar

Gente, adorei esta interpretação da Torre - obrigada, Kadidja!

Alessandra Nahra's avatar

bah, adaptação de gato é um inferno. nada mais disruptivo do que introduzir um gato novo na família. como a gente se arrepende. te mando um abraço solidário.

Surina Mariana's avatar

Socorro! E melhora, Alessandra? Arrependimento é a palavra 😭 Mas aí eu olho pro Sushi e ele é o gatinho mais perfeito 😭 cenas do próximo capítulo

ariane. aor's avatar

a obra que ilustra essa edição é BELÍSSIMA!

daqui torcendo para a integração ganhar nuances mais agradáveis e que o trabalho intenso de cuidar de um gato bebê te remexa outras ideias e daqui a pouco consiga sentar e pintar obras imensas e assar bolos vendo uma nova dinâmica gatistica na casa.

🤎

e sim, uma cria humana e um gato filhote dão trabalhos muito similares mas gatos conseguem ser mais caóticos com suas demandas! bom que passa mais rápido hahahha

Surina Mariana's avatar

Obrigadão querida! Vamos que vamos.

Juliana Gomes's avatar

Oi, querida. Vai melhorar sim. Quando adotei o segundo gato foi um caos também. O mais velho ficou 1 ano dormindo na varanda e batia muito no filhote, mas nada grave. Aos poucos foram ate brincando um pouco. Como eu viajava muito, eles se faziam companhia. Foi uma ótima decisão. Depois adotei o terceiro e o quarto e foi tudo mais calmo. O problema transbordou quando adotei cachorros hahahaha. A amizade inter espécie nunca veio e desde então os gatos mijam a casa inteira de ódio.

Daniela Rezende's avatar

Oi, Surina! Amei esse texto!

Estou passando pela mesma coisa com os meus cachorros. Primeiro, tínhamos o João, um chihuahua branco gordinho, nosso príncipe mimado. Mas passamos muito tempo fora de casa, trabalhando, e meu esposo começou a achar que o João estava muito triste, dormindo muito, e muito carente, brincando sozinho.

Daí tivemos a ideia de adotar o segundo dog, Joaquim, um chihuahua também, preto e caramelo e com a personalidade de um pequeno demônio. Pegamos o Joaquim com 2 meses de vida, no sábado de Carnaval, e, desde então, tudo virou um pequeno inferno aqui em casa... Lendo sobre o Sushi, eu diria que Joaquim e ele parecem ter a mesma personalidade destruidora de lares rsrs

Aos poucos, porém, as coisas têm melhorado! O começo foi caótico, João ficou dias sem olhar para mim depois que trouxemos o Joaquim, mas agora eles já dormem juntos, comem juntos e brincam muito pela casa. João ainda parece "detestar" um tanto o irmão mais novo, mas a gente tem fé de que com o tempo esse sentimento vá mudando e se tornando mais acolhedor.

Enfim, só para te dizer que me identifiquei com o seu texto -- e que, ao invés de gatos, a narrativa aqui tem sido com mini-cachorros gordinhos, que parecem, cada um a seu modo, um pacotinho de pão de forma haha.

Diana Costa's avatar

Já devo ter falado isso algumas muitas vezes, mas repito: amo a sua escrita!

Bruna Lauer's avatar

Meu pai adotou um cachorro-sushi, e eu que encontrei e intermediei a chegada do novo integrante. E fico aqui na torcida para que ambos consigam se adaptar e se estabilizar em seus novos lares 🤍