adorei o tema, sou obcecada por documentarios/séries sobre seitas e tb já escrevi sobre eles.
achei forte o que vc disse: "é um sonho que inebria. de repente você não está sozinho nem precisa lidar com os seus espaços vazios: eles são preenchidos forever por um ideal". parece cômodo mesmo.
já li e amei teus livros, by the way <3 bom domingo!
vou me emperiquitar aqui com polainas sintéticas, ombreiras brilhosas, mix de estampas duvidosas e um blush bem marcado em forma de coração pra aguardar as próximas edições 🧚🏾♀️
Acompanho seus textos religiosamente (😅) há algum tempo e adorei ver esse tema aqui! Também participei de uma seita, e os membros que seguem até hoje não se consideram uma - é um padrão que se repete. Infelizmente, o término da minha história com o grupo foi um tanto pesado, até hoje nunca consegui escrever à respeito. Por isso foi um bálsamo ler outra experiência aqui, a gente se sente muito isolada na vergonha de ter "caído" em uma dessas. obrigada 💛
Querida Marília, muito obrigada por escrever este comentário e peço desculpas pela demora em responder. Fiquei fascinada de saber que você também já fez parte. É muito, muito difícil sair, não é? Como foi pra você? Do meu lado, fui compreendendo (muito lentamente) que a lógica interno do grupo vai ficando cada vez mais coesa à medida que o tempo passa e os membros perdem o contato com a realidade - e, ainda assim, conseguem articular esta realidade dentro de uma certa lógica. Sair é muito corajoso. Um dia, se você quiser, ia adorar ouvir a sua história.
Surina querida, sua escrita sempre tão envolvente. Gostei demais da reflexão sobre os cultos e fiquei com vontade de saber mais sobre o que você pensa disso! Animada para as próximas edições do Sofá:)
Ah, obrigada, Dani querida... Pois é, menina: muito para falar sobre este assunto, sabe? Acho que vou escrevendo devagar por aqui :) Um beijo e saudade de ti
Escreva, querida! Vou lá ler sua última edição agora <3 saudades também. Meu projeto de livro continua sendo projeto, te escrevo no mais tardar assim que ele tomar mais forma!
Eu acho que o problema reside nos grupos (Freud escreveu um livro inteiro sobre isso), sejam grandes ou pequenos. Em grupo, ideias utópicas e cheias de boas intenções se transformam em coerção, intolerância aos que não pensam como os que estão "dentro", em suma, autoritarismo. Os grupos - religiosos, políticos etc - desvirtuam a essência das coisas.
adorei o tema, sou obcecada por documentarios/séries sobre seitas e tb já escrevi sobre eles.
achei forte o que vc disse: "é um sonho que inebria. de repente você não está sozinho nem precisa lidar com os seus espaços vazios: eles são preenchidos forever por um ideal". parece cômodo mesmo.
já li e amei teus livros, by the way <3 bom domingo!
Ah, que alegria que não estou sozinha na minha obsessão por documentários sobre seitas!
amei o tema do mês do meu aniversário!
vou me emperiquitar aqui com polainas sintéticas, ombreiras brilhosas, mix de estampas duvidosas e um blush bem marcado em forma de coração pra aguardar as próximas edições 🧚🏾♀️
Aqui é tempo de mangas bufantes sempre :)
Acompanho seus textos religiosamente (😅) há algum tempo e adorei ver esse tema aqui! Também participei de uma seita, e os membros que seguem até hoje não se consideram uma - é um padrão que se repete. Infelizmente, o término da minha história com o grupo foi um tanto pesado, até hoje nunca consegui escrever à respeito. Por isso foi um bálsamo ler outra experiência aqui, a gente se sente muito isolada na vergonha de ter "caído" em uma dessas. obrigada 💛
Querida Marília, muito obrigada por escrever este comentário e peço desculpas pela demora em responder. Fiquei fascinada de saber que você também já fez parte. É muito, muito difícil sair, não é? Como foi pra você? Do meu lado, fui compreendendo (muito lentamente) que a lógica interno do grupo vai ficando cada vez mais coesa à medida que o tempo passa e os membros perdem o contato com a realidade - e, ainda assim, conseguem articular esta realidade dentro de uma certa lógica. Sair é muito corajoso. Um dia, se você quiser, ia adorar ouvir a sua história.
Surina querida, sua escrita sempre tão envolvente. Gostei demais da reflexão sobre os cultos e fiquei com vontade de saber mais sobre o que você pensa disso! Animada para as próximas edições do Sofá:)
Ah, obrigada, Dani querida... Pois é, menina: muito para falar sobre este assunto, sabe? Acho que vou escrevendo devagar por aqui :) Um beijo e saudade de ti
Escreva, querida! Vou lá ler sua última edição agora <3 saudades também. Meu projeto de livro continua sendo projeto, te escrevo no mais tardar assim que ele tomar mais forma!
Eu acho que o problema reside nos grupos (Freud escreveu um livro inteiro sobre isso), sejam grandes ou pequenos. Em grupo, ideias utópicas e cheias de boas intenções se transformam em coerção, intolerância aos que não pensam como os que estão "dentro", em suma, autoritarismo. Os grupos - religiosos, políticos etc - desvirtuam a essência das coisas.
Nem fala, Tina. É uma coisa fascinante, não é?