Quando eu era criança, me taxaram de "insatisfeito crônico", aquele pra quem nunca nada tá bom. Isso fez com que eu crescesse com a sensação de que "querer coisas novas ou melhores" era inadequado, apenas um sinal de alguma doença ou traço frágil de personalidade. Hoje, vejo o quanto isso me inibiu de tentar caminhos novos, não só pelo medo habitual que isso produz, mas pelo receio de ser julgado e colocado, mais uma vez, no rol dos insatisfeitos. Acho que é bom ser insatisfeito, na verdade. Como você disse, "se tem uma coisa que salva é este pensamento luminoso que não dá bem pra saber bem se é esperança, delírio ou intuição, deve haver uma outra vida esperando por mim em outro lugar".
o novo sempre assusta, mas é importante avançar com medo mesmo, sobretudo quando ficar significa estar em um lugar que não lhe cabe mais. o tempo ajeita as coisas e dissipa o medo. boa sorte! 😊
"Nos últimos meses eu tenho me dado conta que continuar pequena está me custando muito caro." - bateu em mim tbm <3...que abril nos abra as alas do novo e desconhecido...xô medo!
Fui tirar a caixa dos gatos do depósito. A única coisa certa na nossa vida de dois humanos e dois gatos (virão mais) é que vamos nos mudar em breve. Texto maravilhoso
Embora eu esteja (por enquanto) satisfeita com meu ambiente físico e social, me pego postergando o amanhecer, imaginando outras vidas. Acho que tem a ver com a pequenez da qual falou sua amiga... quero expandir. E muito disso tem a ver com colocar meus projetos no mundo, me colocar no mundo. Vou te mandar uma mensagem sobre o curso. Obrigada por este texto!
Quando eu era criança, me taxaram de "insatisfeito crônico", aquele pra quem nunca nada tá bom. Isso fez com que eu crescesse com a sensação de que "querer coisas novas ou melhores" era inadequado, apenas um sinal de alguma doença ou traço frágil de personalidade. Hoje, vejo o quanto isso me inibiu de tentar caminhos novos, não só pelo medo habitual que isso produz, mas pelo receio de ser julgado e colocado, mais uma vez, no rol dos insatisfeitos. Acho que é bom ser insatisfeito, na verdade. Como você disse, "se tem uma coisa que salva é este pensamento luminoso que não dá bem pra saber bem se é esperança, delírio ou intuição, deve haver uma outra vida esperando por mim em outro lugar".
Somos dois insatisfeitos crónicos, então... Você não está só. Um abraço e obrigada por ser um inconformado a me fazer companhia.
Só vai... o caminho se abre para quem caminha. <3
Vamos, amiga! Um beijo
o novo sempre assusta, mas é importante avançar com medo mesmo, sobretudo quando ficar significa estar em um lugar que não lhe cabe mais. o tempo ajeita as coisas e dissipa o medo. boa sorte! 😊
Dar um passinho pra fora da caverna. Um abraço, Pedro, e obrigada
O dentro e o fora. Seriam o mesmo? Obrigado pelo texto sempre reflexivo. Abraço.
Isto aí é um grande mistério, Samuel. Um abraço apertado, querodo
"Nos últimos meses eu tenho me dado conta que continuar pequena está me custando muito caro." - bateu em mim tbm <3...que abril nos abra as alas do novo e desconhecido...xô medo!
Me pegou também quando minha amiga soltou essa!
A vida é dos valentes. E quer coisa mais valente do que se abrir às mudanças, sem ter a menor ideia do que vai acontecer?
Seus textos dão sempre um quentinho no coração ♥️
tem pessoas que escrevem tudo o que queremos dizer. obrigado Surina
Fui tirar a caixa dos gatos do depósito. A única coisa certa na nossa vida de dois humanos e dois gatos (virão mais) é que vamos nos mudar em breve. Texto maravilhoso
Tudo pode (e deve) mudar. Só os gatos que são sempre sedosos e perfeitos.
Chorei. Precisava.
Embora eu esteja (por enquanto) satisfeita com meu ambiente físico e social, me pego postergando o amanhecer, imaginando outras vidas. Acho que tem a ver com a pequenez da qual falou sua amiga... quero expandir. E muito disso tem a ver com colocar meus projetos no mundo, me colocar no mundo. Vou te mandar uma mensagem sobre o curso. Obrigada por este texto!
Me fez pensar que: Viver apertado e encolhido dói mais do que atravessar o medo, que talvez nem doa de fato.
Seus textos sempre me emocionam, Surina!